Notícia

IPASEAL SAÚDE

Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Alagoas
Quinta, 27 Junho 2019 20:07

Acompanhamento psicológico a domicílio produz ótimos resultados

Texto: Ana Rita Moura – Ascom / Ipaseal Saúde

Com o passar dos anos e o surgimento dos problemas de saúde é fundamental saber lidar com as alterações impostas pela vida. Por isso, o acompanhamento psicológico torna-se necessário para o tratamento de pacientes idosos. Principalmente, aqueles com pouca mobilidade. O Programa de Assistência Domiciliar do Ipaseal (PADI) possui em sua equipe de multiprofissionais um psicólogo para atendimento aos pacientes do plano de saúde.

Após os 60 anos acontecem uma série de alterações emocionais, psíquicas, físicas e sociais. A maneira com que o idoso consegue administrar estas questões contribuirá de forma positiva ou negativa para a sua qualidade de vida. Segundo o psicólogo do PADI, Breno Cavalcante, o paciente, geralmente na terceira idade é removido do seu ambiente, por motivos de saúde passando a habitar a casa de familiares, amigos e até mesmo vizinhos. Isto provoca uma perda da identidade e consequentemente uma dificuldade de readaptação.

“Por isso a importância do acompanhamento psicológico para a reestruturação do estado emocional. Ao tratar um paciente nestas condições observamos com bastante cautela e atenção como ele interage com o ambiente em que atualmente se encontra e as pessoas do seu convívio diário, independentemente do grau de parentesco. Uma coisa que conta a favor do seu bem estar mental e físico e faz toda a diferença no tratamento é a presença da família em todo o processo”, explica Breno.

Ele ressalta o trabalho desenvolvido através do programa domiciliar. “A Psicologia do PADI lança um olhar cuidadoso e humanista, no que diz respeito aos familiares e cuidadores. Às vezes é preciso envolver outras pessoas no tratamento para obter os resultados desejados. Este é o diferencial da assistência realizada pelo PADI”, afirma.

“A equipe deve está sempre integrada para atender de forma correta, pois o estado de saúde do paciente, principalmente os mais idosos, sequelados por Acidente Vascular Encefálico ou qualquer outra doença neuro degenerativa interfere na dinâmica da família. Ir até a residência deste paciente provoca uma melhoria significativa, uma vez que o paciente está em sua casa junto, com o apoio e o convívio dos seus familiares e amigos”, acrescenta o psicólogo.

Para Breno Cavalcante fazer parte do programa domiciliar é gratificante e recompensador, pois levar o tratamento até o paciente, além de diferenciado se traduz em uma nova forma de ser fazer psicologia. “Estimulação cognitiva, reestruturação mental; tudo isso faz parte do nosso trabalho há quase três anos. Criamos um importante vínculo com familiares e pacientes”.